26Jun

Setor criativo impulsiona crescimento econômico britânico

André Persil Geral, Design Leia mais...

da Efe 

O crescimento econômico do Reino Unido deve tanto à indústria criativa, que engloba setores como propaganda, design e a indústria do entretenimento, quanto a setores mais tradicionais, como o financeiro, segundo um estudo da consultoria Work Foundation.

A pesquisa afirma que as exportações culturais britânicas, especialmente a música e os programas de televisão, superam às de outros países europeus. A indústria criativa emprega 1,8 milhão de pessoas neste país e contribui com 7,3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Segundo o relatório da Work Foundation, cada vez mais clientes internacionais recorrem ao talento criativo de empresas de publicidade, desenho e arquitetura, e deixam aqui cerca de 3 bilhões de euros (cerca de US$ 4,03 bilhões) por ano.

No ano passado, o Reino Unido desbancou pela primeira vez os Estados Unidos no primeiro lugar mundial em excelência publicitária.

Fonte: Folha

14Jun

Descubra seu ‘DNA’ visual!

André Persil Geral, Diversão Leia mais...

Encontrei um artigo no Blue Bus sobre uma comunidade muito interessante.

Quer definir quem é você ao participar de uma comunidade sem escrever blocos de textos imensos, ou preencher formulários chatos? Simples, reponda a um questionário básico cujas opções são imagens. A partir daí seu perfil é definido e você pode estabelecer relações com outras pessoas com perfis semelhantes.

A idéia é ótima e a execução também é muito boa. Vale a pena conferir.

Acesse http://www.imagini.net/ (em inglês), clique em start e descubra como uma imagem pode dizer muito mais do que se pensa.

04Jun

Tipografia

Vídeo curto, mas muito bem elaborado, sobre tipografia.

03Jun

Descubra o Brasil!

André Persil Geral Leia mais...

Salve!

Quem passou pelo meu Portfolio deve ter visto nos últimos trabalhos algumas peças criadas para campanhas e ações de marketing para a rede de hotéis Mercure (Grupo Accor Hotels).

Pois bem, desde o dia 1º deste mês (junho), está no ar a campanha “Descubra o Brasil” que desenvolvida como parte de algumas ações de incentivo a utilização do site www.mercure.com.br como canal de reservas e de relacionamento entre colaboradores, parceiros e clientes.

Graças aos resultados obtidos nas primeiras fases a campanha estendeu-se para os canais de Turismo e Viagem dos 2 maiores portais de internet do Brasil e do site da Folha de São Paulo.

As peças podem ser conferidas, até o fim do mês, nestes links (exibição aleatória):

Concepção, direção de arte e criação (peças digitais e impressas) de André Persil.

Até…

27Mai

Eu não sei programar… E me orgulho disto! Pt. II

André Persil Design Leia mais...

Salve!

Agradeço imensamente a participação de todos.

Vi que alguns entenderam meu ponto de vista e outros nem tanto, e juro que achei que haveria muito mais flame do que houve. Talvez isso seja um sinal de que o que tentei expor seja a mesma idéia de muitas pessoas.

Mas, continuando…

O grande problema, que tentei apontar, está exatamente nesta questão de todo muitos profissionais acharem que devem ser igual ao Bombril e suas 1001 utilidades, ou pior: igual aquela faca de cozinha usada para desapertar parafusos.

Nada, absolutamente NADA impede que um designer tenha NOÇÕES de programação ou um programador tenha uma NOÇÃO de design. Mas isto não quer dizer que um possa exercer com EXCELÊNCIA a função do outro, ou ainda que um seja melhor ou mais fundamental que o outro.

Ninguém, de modo algum, critica um programador que gasta uma fortuna em uma certificação JAVA e não faz a menor idéia do que vem a ser um wireframe, por exemplo, mas um designer que se dedica às questões relacionadas a Interações Homem-Computador, Usabilidade, Arquitetura de Informação, Acessibilidade e Conceitos Estéticos e Mercadológicos, sem saber pelo menos PHP e MySQL, ou que domine ActionScript é tido como um incompetente e preguiçoso.

Sem qualquer intenção xenofóbica, é como o americano que só fala inglês acreditar ser melhor que um brasileiro que fala Português, Inglês e Espanhol, só porque é americano.

O que falta fazer parte da mente das pessoas que produzem a web é exatamente saber valorizar cada um dos profissionais envolvidos e saber que todas as funções exigem tanto criatividade quanto lógica, apenas dosagens diferentes, e são igualmente importantes para o projeto.

Outra coisa, o fato de muitos acharem que para se apresentar uma solução em Design toma-se menos tempo que para apresentar uma solução em Programação é simplesmente uma conseqüência de uma cultura que banaliza a real função do Design e o coloca em um papel de simples solução estética, quando na verdade temos em um verdadeiro projeto de Design um sem fim de estudos e análises que devem priorizar o usuário e sua experiência no uso de determinada solução.

Um exemplo disto pode ser o projeto de redesign da BBC Inglesa, onde todo o projeto tomou mais de 06 meses e boa parte do que foi realizado está documentado no arquivo .pdf encontrado no seguinte link: http://homepage.mac.com/eyedropper/docs/glasswall.pdf.

Mais uma curiosidade fica por conta de um projeto de identidade visual que todos conhecemos, o do Banco Itaú, que foi concebido pelo ilustríssimo Alexandre Wollner, e tomou mais de 03 anos para ser concluído. Um ótimo documento a respeito pode ser encontrado neste link: http://reposcom.portcom.intercom.org.br/bitstream/1904/16907/1/R1125-1.pdf.

Enfim, como podemos ver, Designer não é um artista, tampouco um qualquer que cria a esmo, ou pelo menos não deveria ser.

Mas, infelizmente temos uma situação em que isso não consegue sequer ser debatido. O equívoco virou verdade e com isso vemos a exceção virar regra.

Da mesma maneira que o programador pode, e deve, buscar sua especialização e dedicar-se completamente ao seu objetivo sem perder seu foco, o Designer também tem todo o direito de fazê-lo.

O que não deve permanecer é o desconhecimento da real atividade e importância de um designer nos processos de desenvolvimento de voltadas para a internet, ou não, fazendo com que se pense que o design pode ser realizado por qualquer pessoa, banalizando assim conceitos fundamentais que fazem doDesign uma peça fundamental para a construção da sociedade como conhecemos, e isso desde a Revolução Industrial.

Concluindo: Sinto orgulho sim de não saber programar (não quer dizer que não tenha a noção necessária), pois assim posso dedicar-me exclusivamente àquilo que realmente interessa e me permite propôr soluções coerentes ao escopo da minha função: Designer.

26Mai

Eu não sei programar… E me orgulho disto!

André Persil Design Leia mais...

Sou Designer, trabalho com Web, Multimídia e Gráfico.

Além dos meus conhecimento em Design, adoro Gerenciamento de Projetos, principalmente a Metodologia do PMI.

E foi estudando GP que aprendi a importância de ter em um projeto, pessoas especialistas que podem focar ao máximo seu know-how em soluções específicas de forma, rápida e inteligente, mantendo o escopo de cada fase ou tarefa do projeto sem comprometer a qualidade final.

Afinal, se cada macaco estiver no seu galho, a árvore permanecerá inteira, sem nenhum galho quebrado.

Mas, me pergunto: porque no Brasil, falando especificamente sobre a categoria do Design, quase todo mundo acredita que o “Designer perfeito” sabe programar?

Eu mesmo conheço muitos Desenvolvedores Web que só programam e estão felizes da vida com suas certificações ganhando em torno de R$ 60,00/hora sem saber o que é uma layer no Photoshop e muito menos o que é tipografia ou qualquer conceito de UCD, HCI, IA e outros.

Não programo em nenhuma linguagem e, apesar de muitos acharem estranho, não me sinto na obrigação de saber .NET ou PHP, só porque trabalho com Web, me dou por satisfeito em saber como essas linguagens funcionam e como podem me ajudar e, é claro, como posso ajudar ao programador.

Acho isso um conceito extremamente medíocre que banaliza e trata de forma simplista a função de um designer em projetos que demandam tanto de programação quanto de design.

Desculpe, mas para mim não há diferença de valor entre programador e designer, apesar de muitos se apoiarem no argumento de que em um projeto o designer pode ser qualquer fulaninho que sabe desenhar com o computador, mas o programador, por ser o fundamental, deve ter certificações o suficiente para dar liga numa sopa de letrinhas.

É como dizer que em uma construção o Programador está para o Engenheiro como o Designer está para o Pedreiro, quando na realidade o Designer está para o Arquiteto da mesma maneira que o Programador está para o Engenheiro. São funções distintas, porém complementares e igualmente importantes.

Mas como dizia o grande “síndico” Tim Maia: “Ah! Se todo mundo me pudesse ouvir…”

Calendário

  • Maio 2008
    S T Q Q S S D
    « Jun    
     1234
    567891011
    12131415161718
    19202122232425
    262728293031  

Categorias