Eu não sei programar… E me orgulho disto!
Sou Designer, trabalho com Web, Multimídia e Gráfico.
Além dos meus conhecimento em Design, adoro Gerenciamento de Projetos, principalmente a Metodologia do PMI.
E foi estudando GP que aprendi a importância de ter em um projeto, pessoas especialistas que podem focar ao máximo seu know-how em soluções específicas de forma, rápida e inteligente, mantendo o escopo de cada fase ou tarefa do projeto sem comprometer a qualidade final.
Afinal, se cada macaco estiver no seu galho, a árvore permanecerá inteira, sem nenhum galho quebrado.
Mas, me pergunto: porque no Brasil, falando especificamente sobre a categoria do Design, quase todo mundo acredita que o “Designer perfeito” sabe programar?
Eu mesmo conheço muitos Desenvolvedores Web que só programam e estão felizes da vida com suas certificações ganhando em torno de R$ 60,00/hora sem saber o que é uma layer no Photoshop e muito menos o que é tipografia ou qualquer conceito de UCD, HCI, IA e outros.
Não programo em nenhuma linguagem e, apesar de muitos acharem estranho, não me sinto na obrigação de saber .NET ou PHP, só porque trabalho com Web, me dou por satisfeito em saber como essas linguagens funcionam e como podem me ajudar e, é claro, como posso ajudar ao programador.
Acho isso um conceito extremamente medíocre que banaliza e trata de forma simplista a função de um designer em projetos que demandam tanto de programação quanto de design.
Desculpe, mas para mim não há diferença de valor entre programador e designer, apesar de muitos se apoiarem no argumento de que em um projeto o designer pode ser qualquer fulaninho que sabe desenhar com o computador, mas o programador, por ser o fundamental, deve ter certificações o suficiente para dar liga numa sopa de letrinhas.
É como dizer que em uma construção o Programador está para o Engenheiro como o Designer está para o Pedreiro, quando na realidade o Designer está para o Arquiteto da mesma maneira que o Programador está para o Engenheiro. São funções distintas, porém complementares e igualmente importantes.
Mas como dizia o grande “síndico” Tim Maia: “Ah! Se todo mundo me pudesse ouvir…”
maio 26th, 2007 at 12:11 #Jorge kimura
Eu também só mexo com computação gráfica, também não sei programar, mas infelizmente no Brasil tem uma imagem muito ruim dos artistas visuais e não nos valorizam como deveriam.
ótimo artigo
maio 26th, 2007 at 12:41 #Guilherme Serrano
o outro lado da moeda.. eu trabalho com web também porém eu programo grande parte dos projetos que participo. Concordo contigo quando se trata da importância dos dois profissionais no projeto, e sem dúvida dividir as tarefas reduz o tempo do projeto, mas infelizmente nem sempre é possível fazer isso.
maio 26th, 2007 at 12:56 #César Felipe Alves
Nada contra designers que saibam programar…
Porém o X da questão é o seguinte, os designers precisam gastar mais tempo estudando, geltalt, teoria das cores, semiotica e etc.
E deixar para os programadores estudar programação.
é preciso foco!
maio 26th, 2007 at 13:00 #Anderson Nuneseth
Gostei muito da matéria, realmente acho que é falta de mentalidade das pessoas acharem que programador é “superior” ao designer, se bem que pra maioria das pessoas (internautas comuns) o que vai valer a pena é o designer.
Quando uma pessoa sem noção de programação ou de qualquer coisa em relação à webdesign entra em um site, ela vai julgar o site bom ou ruim pelo design dele e não se ele tem uma validação interessante de senha ou uma conexão bem segura com um mysql.
Acho que num site o que mais aparece ali é o designer assim como você falou, ele está para o arquiteto assim como o programador está para o engenheiro.
Então, ninguem julga uma casa bonita se ela tem os ângulos das pontas em exatos 90° ou se as medidas estão de acordo com a planta da casa.
Eu trabalho com programação mas não sou newbie em design, e às vezes tenho que me virar no css de um site ou no javascript do mesmo.
Gostei muito do artigo, realmente design e programação são áreas distintas mas equivalentes.
maio 26th, 2007 at 13:02 #Anderson Nuneseth
PS: discordo do César aí em cima…
Em todos os freelas que já fiz, o nosso designer construia o layout do site em um ou dois dias.
E eu, e mais um programador php levávamos semanas com o código, corrigindo bugs, e sempre era a área que dava mais trabalho.
Concordo que o design exige criatividade, e a programação não, mas a programação exige resolver problemas, e isso também não é nada fácil
maio 26th, 2007 at 13:23 #Thomaz
Parabéns, interessantíssimo o artigo. Sou da sua opinião tb. Hoje trabalho numa agência em que há programador, isso facilita e muito o trabalho de ambos os lados, discutimos o projeto e a melhor forma de apresentar, como vc disse, vc sabe o que a programação faz, mas não precisa saber fazer, assim como o programador. Ah! se todos pudessem entender isso, hehehehee.
maio 26th, 2007 at 13:32 #Paulo Oliveira
André o q voçê defende tem fundamento e base, sua opinião e de como as coisas deveriam ser definitivamente(até concordo com vc), designer de um lado e programadores de outro, todos trabalhando em conjunto, mais voçê há de convir que a tendência do mercado brasileiro é essa acumulação de conhecimento em um unico funcionário ou afins, e quem visa o seu futuro lógicamente vai migrar para tal pensamento de que designer e PO são obrigatóriedade para se manter no mercado(lógica não faz mal a ninguem). O mercado cade vez mais se fecha, e somente os criativos e pró-ativos consiguiram manter um bom status no mercado, mais lógico q sempre existirá DESIGNER e PROGRAMADORES andando de lados oposto no mercado e cada um com sua importancia!
maio 26th, 2007 at 15:00 #Marcos A. Bitetti
Designers constroem sitesm em 1 ou 2 dias pq eles aproveitam a abstração das ferramentas. No entanto eles não podem apresentar soluções de logim e senha, nem msm de site dinâmico. E criticam os programadores, alegamdo q eles sempre perdem tempo “reinventando a roda”. Ex.: Reescrever todas as classes a cada novo grande projeto (já que as classes antigas estavam defasadas em tecnologia e eficiencia de algoritmo).
Já programadores, PROGRAMADORES DE VERDADE, analizam e fazem um estudo detalhado da cituação, com finalizade de gerar eficiencia e minimizar erros, o que agiliza o tempo de produção. Tendo um layout e programação visual detalhados eles so precisam se preocupar com os detalhes de baixo nivel que nem sao vistos pelo usuário. Bem como programar coisinhas banais, como animação em flash. No entanto 90% deles acham o trabalho de design… perda de tempo, alegando: “pocha, uma caixa de papelão, embala e protege o conteúdo muito bem, não faz diferença p quem compra se ela vem com varios arco-íris desenhados nos lados”.
Acho q o grande problema é o das profissoes sempre se valorizarem em detrimento das outras. Como médicos q se achão mais espertos que engenheiros, fisicos q se acham mais sábios q agronomos… etc.
Acho q o mais importante é a gerência. Se o administrados dos dois grupos souber conciliar.
A coisa funciona.
maio 26th, 2007 at 15:36 #Eu não sei programar… E me orgulho disto! « DesignStore
[...] Maio 26th, 2007 Copy paste de Andre Persil Blog [...]
maio 26th, 2007 at 16:34 #Breno Ribeiro
Onde esse mundo vai parar!
Concordo que os Designer’s sejam desvalorizados (ao extremo) neste nosso planeta minúsculo…
Mas, (tem sempre um mas…) discordo completamete da idéia de que programadores sejam mais valorizados (falando nisto, eu sou programador…)
Como sou programador, sempre vi a desvalorização que o programador sofre… (já reparou que os administradores preferem ter um “Webdesigner” a mais? e acabam contratanto um programador…)
Aí faço um corte de bom senso e vejo que assim como os pedreiros, mestres de obras, engenheiros, arquitetos e uma centena de outras profissões, somos igualmente desprezados.
Ainda não desisti de ver o dia em que programadores, tecnólogos, analistas, designers e a “moça do cafézinho”, como parte do mesmo projeto com valores equivalentes… COMO DEVE SER!
maio 26th, 2007 at 17:41 #Rochester
O fato é que programar dá muito mais trabalho. Talvez até dê muito mais dinheiro. Mas ser mais importante?
O mais importante mesmo é o usuário, o resto é “firula”! HAHAHAHA

maio 26th, 2007 at 17:53 #Paulo Oliveira
Up, mais o designer só é desvalorizado em web pq demais segmentos são as estrelas!!!
maio 26th, 2007 at 19:35 #Alfredo junior
curti a idéia, concordo com voce.
maio 27th, 2007 at 13:06 #ic@rol
Nem imagina como me senti compreendida ao ler o seu post! Não poderia concordar mais
Muito bom!
maio 27th, 2007 at 19:09 #Flavio
Cara, conrdo plenamente, mas é uma pena q não funcione assim não é mesmo?penso assim, vc tem q saber de tudo um pouco, mas tem algo q vc tem q c especializar e saber mais do q os outros,esse vai ser seu diferencial, o problema é q cada dia mais as emrpesas exigem isso de nós, um estagiario ja tem q entrar sabendo várias linguagem de programação além de ser um bom designer, é exploração mesmo, eu gosto do designer, mas tbm gosto de programação, to tentando entrar nesse mundo, oq q era pra ser um diferencial, um designer saber programar, hj acaba sendo obrigação, é dureza isso né, eu nem quero mais trabalahr para empresas q me suguem e estressem, quero trabalhar por conta própria e seguir meu ritmo, espero conseguir.
maio 27th, 2007 at 22:17 #Yeltsin Lima
Eu não sei programar… E me orgulho disto!…
Este texto foi retirado do blog de André Persil. E pode ser acessado por aqui.
>>> Início do Texto
Sou Designer, trabalho com Web, Multimídia e Gráfico.
Além dos meus conhecimento em Design, adoro Gerenciamento de Projetos, principalment…
maio 28th, 2007 at 1:27 #Rafael Nascimento Sampaio
Eu gostei muito do seu artigo, porém acho que você como todo bom profissional deveria estar aberto a novos conhecimentos.
maio 28th, 2007 at 8:00 #Igo Rodrigues
Concordo com o André, sei que programadores são importantes e merecem o devido respeito, mas parém para pensar, qdo um usuário entra acessa um site ele enxerga o Código ou o Design? Programadores tem que estudar as linguagens que se vc “pegar uma” de uma para outra mudam apenas sintaxes, mas sempre a lógica vai continuar a mesma, no design vc tem que se preocupar com a usabilidade do site, cores, a arquitetura do mesmo (ah e isso tem que estudar muitoooooooo), pq os sites vão ser sempre diferentes em tudo (ou dependendo do plagio, quase tudo rsrsrs) e lógica é lógica, tanto faz o site. Bom é isso que eu penso para um designer ser DESIGNER ele tem que estudar Teoria das Cores, Semiótica, Gestalt, Arquitetura da Informação, Usabilidade e mais uma infinidade de coisas além de saber “mexer” nos softwares, um programador para se tornar PROGRAMADOR, é só aprender a pensar com lógica (acho que do mesmo geito que existem pessoas e alguns programadores que falam “qualquer um” “faz” design apenas desenhando qualquer coisa, acho que qualquer um tb aprende lógica lendo um livrinho, afinal 2 + 2 = 4 isso é lógica e todo mundo sabe rsrsrsrsrsr) e escolher UMA linguagem de programação para se aprofundar, pq são quase todas iguais. Bom essa é minha opniao (caramba olha o tamanho desse post).
maio 28th, 2007 at 13:41 #Fabio Azevedo
Há diferentes clientes e profissionais web!
Quero ampliar um pouco mais sua visão das coisas.
Há clientes e clientes. Há profissionais web e profissionais web.
Clientes tipo 1:
Clientes médios e grandes, compreendem a internet, utilizam a internet como meio de comunicação entre sua empresa e o cliente. Investem dinheiro nesta área. Querem o melhor. Não se importam de pagar um preço justo desde que o trabalho fique a altura de sua marca. Normalmente utilizam agencias de publicidades para seus projetos. Tem verbas destinadas para web. Pouco provável que contratem webdesigners fee-las que fazem um pouco de tudo (designer, programação, flash). Já compreendem que um time vai mais longe que uma única pessoa. Dá preferência para empresas formada por vários profissionais.
Clientes tipo 2:
Clientes pequenos, geralmente marinheiros de primeira viagem sendo sua primeira experiência com a internet. Procura profissionais que fazem de tudo um pouco e que custem pouco. Querem sites simples que fale o que sua empresa faz e quando muito mostra seus produtos. Geralmente com pouca verba para investimentos nesta área quando tem. Não entendem ainda o que é a rede mundial. Quando não é sua primeira experiência procuram mais uma vez webdesigners “faz tudo” para uma reformulação no site, tentando consertar o dinheiro mau investido no primeiro site. Aqui os clientes já buscam expressar o que querem, pesquisam referencias e portifólios dos candidatos. O preço sempre norteia as descisões.
Profissionais Web tipo 1:
Compreende a importância da união de vários profissionais. São especialistas em sua área (Designer é designer, programador é programador). Buscam certificados. Trabalham em equipe cada um cuidando de sua parte. Tem um gerente para coordenar os projetos. Normalmente já tem escritório e ou empresa aberta. Fazem orçamentos projetando a saúde financeira da empresa. Cobram o valor correto. Fazem um trabalho excelente com prazos, projeções, horas trabalhadas, etc. Podem prestar serviços para agências de publicidades, ou mesmo trabalharem em empresas de desenvolvimento de web. Fazem um ou dois trabalhos por vez quando não estão empregados. Tem boa remuneração ou tem grandes chances de ter.
Profissionais Web tipo 2:
Normalmente trabalham como free-las, ou para empresas de desenvolvimento de web pequenas. Normalmente recomendados por amigos, parentes, ou trabalhos anteriores. Tenta se informar de tudo. Faz cursos em varias áreas diferentes como design, programação, flash, diagramação, etc. Dentro de seus conhecimentos escolhendo a melhor solução para os clientes. Geralmente se destaca em uma área melhor que a outra. Não consegue ser especialistas em todas as áreas. Normalmente trabalha em vários projetos ao mesmo tempo para suprir a necessidade financeira. Grande disponibilidade de cobrar mesnos para pegar serviços. Pode tornar-se um futuro gerente de projetos e assim alcançar estabilidade financeira. Com muito estudo e experiência pode gerenciar projetos de longo prazo.
Conclusão:
Cada cliente e cada prestador de serviços tem sua importância no mercado web. Cada prestador de serviços tem seu cliente. O que falta é você se auto analisar e ver em qual situação você se encaixa e procurar seu cliente certo.
maio 29th, 2007 at 15:35 #João Paulo Fechine Sette
Ótimo artigo, curto, mas direto.
Eu não sei até que ponto, mas, começo a perceber que os Web Designers começam a se prostituir menos e os programadores mais.. isso por conta dos “códigos feitos” encontrados na Internet.
Lendo isso, alguém vai dizer… “sim, mas.. encontramos também layout”, verdade, mas, layout geralmente é personalizado para cada cliente além do que, creio eu (ou melhor.. quero acreditar nisso), os Web Designers - de verdade - não admitem viver na sombra de templates alheios.
Não é uma realidade absoluta oque digo, mas, sonharemos com um dia que pelo menos, tanto programadores quanto Designers recebam bem, em dia, em um trabalho segmentado e valores próximos…

julho 12th, 2007 at 12:20 #Leo Marino
Concordo plenamente e sofro com isso diariamente na agência onde trabalho.
Esquecemos de uma coisa - PRAZO!
Acho o cúmulo EU (Designer) pegar um briefing na segunda-feira e ter que achar a melhor solução(criativa) para o cliente, além de pensar em toda estrutura do site, animações, interações, layout….
e montar tudo pra entregar na quarta-feira para a apresentação no cliente (concorrência), 2 dias no máximo as vezes até menos. (mas essa é a realidade, infelizmente)
Quando aprovado, idéia, layout e tudo mais, aí o progamador pede uma semana ou duas para a programação. Pronto! - o atendimento fecha as duas semanas pra ele.
Quando no final de tudo ele usou as mesmas lógicas do último site produzido, quando não acontece de NÓS DESIGNERS sermos induzidos por eles (programadores) a fazer um layout que adequa a programação já estruturada …que é o que mais acontece, pelo menos aqui.
Infelizmente não nos dão o valor que merecemos, realmente acham que é fazer desenhinho….brincar de pintar. Temos que ser criativos, rápidos, achar a solução para o problema em poucos dias ou até em algumas horas, além de ter um ótimo bom gosto e fazer um layout NOVO, OUSADO…(layout algo que nao podemos repetir, usar o do site antigo, produzido anteriormente, nada é resgatado, pelo menos pra mim).
Mas a verdade é a seguinte, eles enrolam qualquer um, atendimento, chefes, diretores de arte, planejadores, redatores, enfim, os leigos(aqui não somos focados 100% em web). Estão falando em português na reunião de repente mudam para o javascriptês, PHPês, ASPês.netês….ninguém entendem nada, enrolam enrolam enrolam, até todos toparem o prazo dado. Quando nós designers tentamos explicar a dificuldade de uma animação, de um layout mais trabalhado, pesquisas de imagens etc…escutamos o famoso “cada um com seus problemas!”.
É, a realidade é essa, além de ganharmos duas vezes menos que eles.
Isso esta errado!
Ah, esqueci de falar uma coisinha. Também programo, AS , XML, HTML e um pouco de PHP…e sei o que dá e o que não da pra ser feito tenho noção. Enfim, a mim ninguém engana.
ps: ATENDIMENTOS (de agências, publicidade e incentivos, VÃO ESTUDAR, PROCURAR ENTENDER MAIS WEB, para assim conseguir vender mais facilmente para o cliente, FAZENDO O FAVOR!)
OBRIGADO!
julho 31st, 2007 at 23:41 #Someone
Isso me parece desculpa pra quem ganha mal e quer se sentir mais valorizado.
Vou te responder porque o programador ganha mais e você se sente tratado como lixo. A resposta é simples:
Existe mais gente desenhando do que gente exercitando a lógica. É a lei da oferta e da procura. Se tem poucos programadores e muitos designers, é normal que os programadores que existem ganhem mais do que os designers. O empregador vai lá e taca um salário merda, se você aceita o problema é exclusivamente seu.
Está insastisfeito? Reze para que os outros webdesigners morram, aprenda a programar e se torne programador ou se torne um webdesigner fodão cujo design seja indiscutivelmente superior ao de todos os outros designers. A primeira opção provavelmente não te levará a lugar nenhum. A segunda opção é razoável, mas deve ir contra seus princípios, então só te resta a última opção que te leva a estudar muito design, praticar muito, inovar muito e talvez ser reconhecido por isso.