Gente estranha
Um cristão verdadeiro é uma pessoa estranha em todos os sentidos. Ele sente um amor supremo por alguém que ele nunca viu; conversa familiarmente todos os dias com alguém que não pode ver; espera ir para o céu pelos méritos de outro; esvazia-se para que possa estar cheio; admite estar errado para que possa ser declarado certo; desce para que possa ir para o alto; é mais forte quando ele é mais fraco; é mais rico quando é mais pobre; mais feliz quando se sente o pior. Ele morre para que possa viver; renuncia para que possa ter; doa para que possa manter; vê o invisível, ouve o inaudível e conhece o que excede todo o entendimento.Pastor Aiden Wilson Tozer
Empreender x Inpreender
Para não ficar no jejum eterno de artigos no Blog, compartilho aí embaixo um dos artigos que escrevi para o Blog da empresa em que trabalho.
É comum ouvirmos que o povo brasileiro é inteligente, criativo, empreendedor. Muitas pessoas, inclusive, acreditam que estas características são típicas apenas de quem se arrisca a montar um negócio próprio.
Mas, não é bem assim, empreendedorismo é uma qualidade que as empresas têm valorizado em seus funcionários. Como o mercado cada vez mais se movimenta com base em questões de competitividade e inovação, fica evidente que a necessidade de criação de novos negócios é um fator crítico de sucesso.
Assim, o conceito de empreendedorismo (Entrepreneurship em inglês) amplia seu significado para o chamado “inpreendedorismo” (Intrapreneurship, em inglês) que é o ato de empreender dentro da empresa em que se trabalha para desenvolver produtos e serviços inovadores.
Quando os colaboradores de uma organização, independente do lugar que ocupam, adotam uma postura “inpreendedora” entendem sua função como peça importante para o sucesso, e por meio de atitudes de constante aperfeiçoamento, de aproveitamento das oportunidades, de inovação, de senso crítico construtivo, com certeza contribuem para uma instituição mais forte e dinâmica perante os desafios que, todos os dias, evoluem junto com o mercado.
Futuro. Faber ou Ludens?
Apenas para tentar dar um tempo neste assunto do Futuro, lembro de um vídeo em que a Microsoft dava sua versão do Futuro.
É interessante notar que por ser um vídeo do começo de 2009, existem algumas semelhanças entre as projeções da Microsoft e as mais recentes, porém, existe uma diferença considerável quanto a finalidade e modelo de uso destas novas tecnologias.
Enquanto os vídeos atuais, centralizam a ação nos aspectos das interações sociais a proposta da Microsoft é muito mais orientada a tarefas e produtividade.
Fica apenas como dúvida se em menos de 2 anos foi o perfil dos usuários e as demandas que se alteraram ou se é a Microsoft que é faber de mais e luden de menos.
Microsoft Sustainability from Hana Ken on Vimeo.
[via Eurípedes Magalhães | @euripedesm]
E o futuro continua…
Em mais um exercício de projeção do futuro, desta vez a IDEO, produziu um vídeo no qual são apresentadas 3 prováveis futuras aplicações para o livro.
Isso mesmo, apesar de muitos alegaram a morte do livro, o vídeo mostra possibilidades para não apenas prolongar a vida do que conhecemos como livro, mas expandir a experiência do leitor.
Fortemente influenciado por conceitos de colaboração e interação social, os conceitos chamados de Nelson, Coupland e Alice (sim, nomes esquisitos), baseiam-se, respectivamente, em promover discussão sobre determinados assuntos ou trechos do livro, formar uma rede de sugestão de livros para um determinado grupo de usuários e ampliar a imersão do leitor por meio de interações diretas relacionadas ao contexto do livro.
Apesar do aspecto futurístico, o filme trata de algo bastante razoável, mesmo para os recursos que dispomos atualmente, a Apple e seu iPad que o diga.
The Future of the Book. from IDEO on Vimeo.




